Um ensaio acerca da transmissão psíquica nas famílias empresarias no contexto brasileiro

O meu trabalho com Famílias Empresárias é um campo fértil de articulação com a psicanálise.

A reflexão em torno da questão do pertencimento em uma Empresa Familiar exige considerar o nó entre noções decisivas e fortemente interligadas na obra de Freud: a passagem pelo Complexo de Édipo[1] protagonizada no seio de uma família e Totem e Tabu (Freud- 1912-1913) mito de origem que fundamenta o ingresso na gramática psíquica de pactos e leis que caracterizam a formação da cultura, a civilização. Estudos decoloniais têm mostrado a força de interrogar conceitos eurocêntricos à luz de outras realidades. A interrogação acerca de que “civilização” falamos quando falamos de Brasil é uma das perguntas derivadas do esforço de refletir criticamente acerca do fenômeno das empresas familiares no país. Uma das definições de “civilização” diz o seguinte: ato ou efeito de civilizar-se. Segundo Schwarcz (2019) civismo refere-se a atitudes e comportamentos que levam o cidadão a compartilhar e defender certas noções e práticas como se fossem deveres fundamentais para a vida coletiva de um país. O mito da democracia racial não se descola do mito que nos aloca como sociedade efetivamente republicana (Res Publica- é a expressão latina que significa: “Coisa Pública”, a “Coisa do Povo”). Ainda na década de 80, Hélio Pellegrino endossa esta hipótese ao problematizar a existência de um pacto social possível em um contexto de “delinquência institucionalizada” como é o caso do capitalismo “selvagem brasileiro” (que beneficia um restrito grupo em detrimento do todo). A delinquência e violência tão fortemente presentes na vida social do país seriam expressão do nosso fracasso coletivo enquanto civilização. ( Impossível não lembrar do texto "Mineirinho"- de Clarice Lispector).

Embora a minha experiência não seja a de trabalhar com grandes empresas familiares[2] , é importante dizer que estão situadas no espectro da branquitude[3] e correspondem a um ideal socialmente investido de admiração e destaque.

Penso que também seria interessante colocar em questão o porquê parece ser tão escassa a produção psicanalítica na interface com esse tema : a empresa familiar. Não foram raras as vezes nas quais me vi em espécie de “ errância estrangeira” com essa temática em Congressos, Colóquios,etc. Seria tal recusa sintoma da dificuldade de investigar a temática do privilégio simbólico material-econômico da branquitude[4] exposta por Schucman (2020) em um país dos mais desiguais do mundo como é o caso do Brasil[5]? E se este é um tema tabu, justamente por isso não valeria à pena explorar a hipótese de como as alianças inconscientes se articulam com as estruturas do colonialismo dadas neste contexto? A hipótese de que as alianças inconscientes (Kaes, 2014) operariam como fiadoras do pacto narcísico da branquitude (Bento, 2002) e do falacioso discurso liberal meritocrático (segundo o qual supostamente haveria igualdade de oportunidades para todos) poderia ser outra avenida interessante de investigação para a pesquisa. Achille Mbembe é contundente ao demonstrar justamente o contrário (Mbembe, 2018, p.175):


“a vulgaridade, a brutalidade tão habitualmente desenvolta e sua má-fé fizeram do colonialismo um exemplo perfeito do antiliberalismo”


Roberto Schwarz (1992) foi preciso ao descrever “as ideias fora de lugar” vigentes numa lógica que conjuga o ideal do liberalismo com a matriz escravocrata na sociedade brasileira. Talvez dar visibilidade a tal operação seja um meio de iluminar a dinâmica de tais privilégios que se entrelaça com o “pacto narcísico da branquitude”, expressão cunhada por Bento (2022). Pensar nas marcas transgeracionais que incidem na história de grupos familiares situados numa condição de privilégio que se beneficiam das estruturas racializadas ao mesmo tempo que as produzem (Schucman ,2020) é um caminho instigante. Além disso, sabe-se que a estrutura tributária no Brasil é extremamente injusta. Dividendos não são tributados e o imposto sobre heranças é muito pequeno se comparado ao praticado em outras partes do mundo [6] ( como exemplo, no estado de São Paulo o imposto sobre herança corresponde a 4% enquanto em muitos outros países o valor cobrado é entre 25% e 40%). É interessante pensar como se articula a problemática da transmissão psíquica em famílias brancas privilegiadas com as estruturas de um país desenhado para que patrimonialmente tais privilégios sejam mantidos, e, portanto, a exclusão permaneça como norma. Sustentar a narrativa de sucesso de uma dada família na construção de um dado empreendimento se dá às custas de negar a realidade concreta das estruturas excludentes brutais de um país como o Brasil. Não se trata de negar que existiu esforço e sacrifício na origem do empreendimento, mas de contextualizar que tal feito é relativo uma vez que o país carrega as chagas de uma história colonialista pautada pela necropolítica e pela privação do direito à educação, moradia, crédito, uma rede de relacionamentos “influentes” à maioria da população (Almeida, 2019).

A transmissão psíquica na família empresária “bem-sucedida” não seria organizada justamente a partir desta cripta (Abraham & Torok, 1995) inconfessa? Dessa forma manteriam-se intactos e longe da consciência e dos afetos os acontecidos potencialmente desorganizadores do psiquismo: a brutal história escravocrata do Brasil; o ideal do branquamento como índice de progresso forjado no mito da democracia racial; a ferida narcísica de abalar a consigna do mérito bem como o discurso heróico que recobre a figura do empreendedor/ empreendedora em um contexto neoliberal [7].


Fala-se muito na herança da escravidão e nos seus impactos negativos para as populações negras, mas quase nunca se fala na herança escravocrata e nos seus impactos positivos para as pessoas brancas. É possível identificar a existência de um pacto narcísico entre coletivos que carregam segredos em relação a seus ancestrais, atos vergonhosos como assassinatos e violações cometidos por antepassados, transmitidos através de gerações e escondidos, dentro dos próprios grupos, numa espécie de sepultura secreta. (Bento, 2022, p.23).


Ora, se o horror do Holocausto abriu caminhos para o estudo da transmissão psíquica por parte de muitos autores, não seria válido o esforço de investigar o horror do colonialismo atrelado à condição de privilégio no fenômeno da transmissão psíquica no Brasil? Parte deste percurso foi trilhado por Bento (2022). Articula-lo à problemática da sucessão em famílias empresárias é o recorte deste esforço.

Piera Aulagnier (1979) ao formular o conceito de “contrato narcisista” mostra que a criança demanda ao grupo reconhecimento de que ela lhe pertence ao mesmo tempo em que o grupo demanda-lhe preservar seus valores e leis, estabelecidos previamente ao seu nascimento. A hipótese é a de que os mitos que sustentam a vigência do ideal liberal meritocrático, e, portanto, justificariam a manutenção das estruturas de poder e privilégio no grupo familiar seriam parte deste contrato. Neste sentido, o mito que tinge a história do fundador como saga heróica tem especial relevância. Anzieu (apud Green, 1994) toma emprestado de Freud uma fórmula muito expressiva: os mitos seriam as lembranças encobridoras dos povos. Assim sendo, o mito na família empresária também teria a função de camuflar os segredos de um passado truculento necessariamente envolvido em uma estrutura colonial excludente como é a brasileira.

A eleição de Bolsonaro em 2018 também iluminou certas percepções . Falas estereotipadas que aplaudiam a operação lava-jato, se somavam a frases de efeito de que seria melhor para o “mercado” garantir a saída do PT cuja gestão fora corrupta e questionável (não se trata de isentar o PT de sua responsabilidade e implicação em operações graves como a do Mensalão, por exemplo). A justificativa rasa de que a impessoal instância invisível do “mercado” balizaria tal escolha era enunciada ao mesmo tempo em que a esfera da política era desacreditada em chavões como: “são todos ladrões !”. Pareceria não existir contradição em valorizar práticas de governança afinadas com os princípios ESG (Environmental, social and corporate governance) e votar em Bolsonaro, cujo discurso claramente mostrava-se avesso a tais princípios. Aprofundar a reflexão acerca desta profunda cisão me pareceu um desafio interessante. Primeiramente, fiquei surpresa que uma elite econômica ( e, portanto, supostamente versada acerca dos horrores da ditadura e da importância dos direitos humanos) pudesse considerar Bolsonaro a melhor opção. Posteriormente, compreendi a coerência interna desta equação. Por um lado, como país, ainda não elaboramos um pacto coletivo de aliança com os valores republicanos e democráticos, com a pauta dos direitos humanos- haja vista a quantidade de ídolos autoritários exaltados ( em ruas, avenidas etc.) no tecido urbano do país. A eleição de Bolsonaro é prova cabal deste fracasso coletivo. ( A " privatização do trauma" da ditadura é tema estudado por muitos pensadores, dentre os quais Márcio Seligmann-Silva no texto `Imagens precárias: inscrições tênues de violência ditatorial no Brasil`).

Por outro lado, Bento (2022) aponta justamente o apelo da personalidade autoritária combinada com a masculinidade branca como ingrediente das engrenagens sociais vigentes: “ a branquitude convicta e autoritária permite ao político ser grosseiro, violento, antidemocrático e abertamente racista, homofóbico e machista, uma atitude que provoca identificação de muitos apoiadores de lideranças públicas, mais do que suas políticas” (p.51). Marilena Chauí (2019) também é cirúrgica ao descrever a descrença no papel legítimo de mediação do Estado, de políticas publicas qualificadas e de suas instituições. Segundo a filósofa, o neoliberalismo é o novo totalitarismo pois recusa a heterogeneidade social e se orienta pela prática da administração que transforma os indivíduos em empresários de si mesmos e as instituições sociais em “organizações” – o Estado passa a ser compreendido como empresa, como ente homogêneo ao mercado deixando de ser considerado uma instituição pública regida pelos princípios e valores republicano-democráticos:


"O movimento do capital transforma toda e qualquer realidade em objeto do e para o capital, convertendo tudo em mercadoria, instituindo um sistema universal de equivalências próprio de uma formação social baseada na troca pela mediação de uma mercadoria universal abstrata, o dinheiro".


É consequência deste modelo a premissa de que cabe à organização privada promover ações de “impacto social” . Assim sendo, ao invés de um “Estado de bem-estar social”, contaríamos com “empresários benfeitores” para os quais seria mais atrativo destinar recursos para a criação de uma ONG do que pagar (mais) impostos. Schwarcz (2019) mostra como a contaminação dos espaços públicos e privados é uma herança maciça da nossa história, mas é também um registro do presente:


A concentração de riqueza, a manutenção dos velhos caciques regionais, bem como o surgimento de `novos coronéis`e o fortalecimento de políticos corporativos mostram como ainda é corriqueiro no Brasil lutar, primeiro, e antes de mais nada, pelo benefício privado. Essa é uma forma autoritária e personalista de lidar com o Estado, como se ele não passasse de uma generosa família, cujo guia é um grande pai, que detém o controle da lei, é bondoso com seus aliados, mas severo com seus oponentes, os quais são entendidos como `inimigos`. ( Schwarcz, 2019 p.87)

Jessé Souza (2019) é lúcido ao demonstrar que a escravidão é a base fulcral da desigualdade na sociedade brasileira, novelo no qual estão urdidos muitos fios. Neste “emaranhado”, a ideia de um Estado sempre corrupto é indissociável da noção de “patrimonialismo” que por sua vez também se articula com a organização da família patriarcal:


"Estamos lidando, no caso do escravismo brasileiro, na verdade, com um conceito limite de sociedade, onde a ausência de instituições intermediárias faz com que o elemento familístico seja seu componente principal". (Souza, 2019.p.51)


Vale retomar Schwarz (1992) caracterizando a matriz colonial da sociedade brasileira graças à obra Machadiana. Tem central importância a figura do “agregado”, isto é, a camada que não é “proprietária” de pessoas escravizadas nem terras e nem tampouco é escravizada, mas que sobrevive mediante a lógica do favor e arbítrio dos poderosos. A natureza paradoxal de uma camada privilegiada que se arvora agente do “bem” ( e socialmente é assim reconhecida) ao mesmo tempo em que se alimenta e reproduz um sistema injusto é descortinada pelo autor. Souza (2019) realça justamente o elemento personalista intrincado no patriarcalismo como fundamento das formas de sociabilidade brasileira. Esse mesmo quadro não seria válido no cenário neoliberal? (O empresário “benfeitor” que vota em Bolsonaro não estaria aí caracterizado?) Chauí caracteriza este contexto:


"Isto explica porque a política neoliberal se define pela eliminação de direitos econômicos, sociais e políticos garantidos pelo poder público, em proveito dos interesses privados, transformando-os em serviços definidos pela lógica do mercado, isto é, a privatização dos direitos, que aumenta todas as formas de desigualdade e exclusão".


Recorrer à noção de Alianças Inconscientes não seria uma forma de pensar neste fenômeno segundo o qual as forças alienantes e estruturantes dão contornos e “organizam” a forma segundo a qual se habita e se encara a posição de privilégio/branquitude/patriarcado no Brasil? A cripta das famílias empresárias brasileiras não seria a recusa de um estado de barbárie que nos caracteriza, e, em larga medida, as beneficia? Qual a natureza da transmissão psíquica é processada em um contexto no qual a renúncia ao gozo primitivo do pai da horda primitiva ainda não se deu[8] ?

A posição de sucessor/ herdeiro/herdeira no Brasil é a posição de alguém que se beneficia de um empreendimento que não foi construído por ele/ela. Como tornar tal herança legítima uma vez que tal privilégio é resultado da contingência e não do mérito individual? Como tornar tal herança legítima se a existência da mesma não deixa de ser consequência de um sistema injusto? A que serve a instituição da família no contexto brasileiro neoliberal e reacionário como o vivido na atualidade?

Figueiredo (2009) retoma a dimensão de liberdade e pesquisa que Freud sempre atribuiu à sua criação. O esforço de preservar essa bem-vinda atitude de abertura para aprender a partir do não saber é garantida por um olhar que contempla o atravessamento de paradigmas no plano das teorias e uma postura disponível para apresentar-se na interface com outros saberes e atuações ( Figueiredo, 2009, p.21):


“Finalmente, é preciso rediscutir as conexões da psicanálise com outras atividades de cuidado, posto que, frequentemente, o psicanalista é convocado a atuar em colaboração multiprofissional. Mais do que isso, boa parte do que um analista pode hoje oferecer traduz-se na sua capacidade de lançar mão da psicanálise para a interpretação de fenômenos e processos psíquicos intra e intersubjetivos de interesse de todos e, em especial, de interesse para outros agentes de cuidado nos campos da saúde, da educação e da ação social. Isso nos conduz no rumo de uma teoria geral do cuidar de base psicanalítica”.


[1] - Segundo Roudinesco e Plon (1998) embora Sigmund Freud nunca tenha dedicado nenhum artigo ao complexo de Édipo, Édipo rei ( e o complexo relacionado com ele) acha-se presente em toda a sua obra, desde 1897 até 1938. [2] - Trabalhei apenas com pequenas e médias Empresas Familiares. [3] - Há matizes e nuances que formam a categoria e a hierarquia da branquitude como demonstra Schucman (2020). Em linhas gerais a branquitude se refere a um lugar de poder, de vantagem sistêmica nas sociedades estruturadas pela dominação racial. [4] -Segundo Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil (2007, 2008) produzido pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais os brasileiros brancos vivem em “um país” com IDH médio equivalente a 44ª melhor posição no mundo, enquanto os brasileiros negros vivem em um “Brasil” onde o IDH médio é equivalente ao 104º lugar. [5] “-Com efeito, apesar da relativa melhora conhecida entre fins dos anos 1990 até 2012-13, uma série de investigações têm confirmado não só a alta concentração de renda existente no Brasil como o fato de que o país continua sendo um dos mais desiguais do mundo. Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Aplicada, Ipea, publicado em 2018 pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mostra que nosso país figura entre os cinco mais desiguais do planeta, levando-se em conta a concentração e distribuição desigual de renda”. (Schwarcz, 2019 p.129). [6]Imposto sobre herança: como funciona no mundo e no Brasil – Blog Capital Research. Schwarcz (2019) endossa: “O fato de o país apresentar graves conflitos fiscais relativas às várias classes sociais é outro tema que tem definido a desigualdade no Brasil. Segundo o relatório da Oxfam chamado “A distância que nos une: um retrato das desigualdades brasileiras” de 2017, há um verdadeiro abismo no que se refere aos dados fiscais. Os 10% mais ricos pagam 21% de sua renda em impostos, enquanto os 10% mais pobres pagam 32%. Os impostos indiretos consomem 28% da renda dos 10% mais pobres e apenas 10% da renda dos 10% mais ricos. O imposto sobre herança, por exemplo, representa cerca de 0,6% da arrecadação nacional, valor baseado em alíquotas baixas, e, por vezes, nem sequer aplicadas”. (p.130). “Por fim, apenas dois países-membros e parceiros da OCDE não tributam lucros e dividendos de empresas: Estônia e Brasil”. (p.131). [7] - Para ilustrar tal ideologia, transcrevo duas postagens de um economista que se descreve como o mais influente do Brasil de acordo com a Forbes e maior influenciados brasileiro no Linkedin: Ricardo Amorim. “No dia que o brasileiro entender que quem pode transformar o Brasil no país do presente é o empreendedor e não o político, o Brasil vira Estados Unidos”. “Ao contrário do que gostam de sugerir os políticos, a grande batalha no Brasil não é da esquerda contra a direita, mas do Brasil contra todos que se apropriam do Estado em benefício próprio, gerando um peso insustentável para o país, liderados, é claro, exatamente pelos políticos”.


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